quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Teoria inatista-maturacionista, intatismo-maturacionismo X Berhaviorismo




Vimos em nossas aulas, duas abordagens psicológicas sobre a educação e suas formas de entendimento, sobre como se dá tal processo na cabeça do educando e também definições sobre a abordagem necessária ao alunos. 

Começamos com a abordagem inatista-maturacionista,  que apresentou o aluno como uma evolução genética de seus pais e defini que eles são capazes e dotados dos mesmos conhecimentos e limitações, para não perdermos tempo estaríamos fadados à apenas trazer a tona o que está geneticamente dentro deste aluno. Tal teoria também define o grau de maturação dos alunos e quantifica sua capacidade de aprendizagem através do Q.I. Entendemos que tal teoria, contribui para o processo educacional quando apresenta ferramentas para que possamos quantificar a aprendizagem e para que possamos observar a maturação de nosso aluno,  porém, ela é falha ao desconsiderar o meio do qual o aluno faz parte.

Nos foi também apresentada a teoria Comportamentalista ou Behaviorista, que como a teoria anterior é radical em suas afirmações, porém, desta vez ela analisa que o processo educacional se faz através do meio em que este aluno está inserido, portanto, não devemos perder tempo com crianças de meios desfavorecidos, uma vez que elas não conseguirão acompanhar um raciocínio culto, pois o seu meio não lhes permite um avanço intelectual e acima de tudo é preciso instalar uma disciplina que esmagará as diferenças e divergências no pensamento, tornando desta forma seu aluno um seguidor e discípulo, não um pensador e mestre de suas próprias escolhas. Acreditamos que tal teoria é válida quando contribui para que observemos o meio em que nosso aluno está inserido, como ponto de partida para definição de seu processo educacional. Claro que fazendo uma ressalva de que isso não deve ser determinante de um limite, mas sim de um começo.

Nestas duas apresentações feitas tão primorosamente por nossa professora que, acreditem, é digna de um Oscar nos foi implantado o desejo do complemento onde passamos a perceber através de  discussões em sala, que estas teorias devem ser menos radicais e complementares. Segundo ela isso ainda aparecerá! Estamos ansiosos para que surja uma nova "Cristina" atuando em mais uma teoria.

Participantes: Alessandra Rocha
                       Cláudia Zago
                       Dânia
                       Eliane Gonçalves
                       Lucas Faria
                       Luciana Leite
                       Thayná

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